
Cheguei ao mundo capricornianamente.
Sabia que meu Leão seria acorrentado
pelo gigante Saturno e pelo destruidor Plutão,
na casa que não seria só minha.
Minha Lua faceira queria brincadeira
na casa das diversões. Diversificar
geminianamente amar e criar
junto com o imprevisível Urano.
E assim pelo coração ganhei minha filha
e me tornei mãe e professora de
filhos que não seriam só meus.
Mas, minha Lua ainda bateu de frente
com a senhora Vênus que
desafiadoramente me disse: Amar?
Não te darei esta liberdade.
Teu amor, estará a serviço das deusas
e estas são muito exigentes.
Sou hoje, filha de Yemanjá
Trabalhando pelos carentes.
Teu sexo seguirá a mesma exigência.
E se Urano desafia o deus Marte
muita brutalidade vem pela frente.
Não deu outra, cirurgia e acidente.
Melhor seguir os caminhos traçados
E sair pela tangente ...
“Faça, minha amiga, deste limão,
uma limonada, se é que te apraz”
foi o que me disseram os deuses.
“O livre arbítrio é pra’quele que é capaz.”
Minha Lua que é curiosa e sabida
fez um belo trato com Netuno
e deixou a fantasia rolar.
Por outro lado, meus pensamentos
fizeram incursões na casa da morte
em conjunção com deus Plutão,
regiamente, e deu nisto: escrever
sobre os submundos das almas
machucadas e feridas.
Júpiter desafiou-me lá de cima,
minando minha confiança, em compensação
fez com o Sr. do imprevisível um belo trato
e ganhei a permissão pra falar de astrologia,
e fugir da maldição pela escrita e pela poesia.
QUE LINDO.
ResponderExcluirUM PASSEIO POR ALGO QUE DESCONHEÇO, MAS QUE ME DEU GOSTO APRECIAR.
BEIJOS
MARIA DA GLÓRIA
Amei amei amei
ResponderExcluirsou tua fã.
Beijos